Logo colorido da Capivara REPUBLICA, com o texto 'Capivara' escrito em letras grandes, douradas e descontraídas, e 'REPUBLICA' em letras igualmente douradas, garantindo um visual divertido e amigável.

Autor: lima404

  • Quem inventou o iPhone?

    Quem inventou o iPhone?

    Sabe aquele 2007 histórico? O Steve Jobs sobe no palco, faz um suspense digno de Oscar, tira um iPhone do bolso e o mundo entra em transe coletivo – parecia que ele tinha baixado um santo tecnológico ali mesmo em Cupertino. O marketing da Apple é tão brabo que a gente quase acredita que ele teve uma epifania mística sozinho numa garagem e, puf, a humanidade deu um salto.

    Uma gravura vintage detalhada em preto e branco do primeiro logotipo da Apple Computer Co. de 1976. A imagem central mostra Sir Isaac Newton sentado sob uma macieira, lendo um livro, com uma maçã prestes a cair sobre sua cabeça. A cena está dentro de uma moldura de janela ornamentada com a citação de William Wordsworth ao redor: 'NEWTON---'A MIND FOREVER VOYAGING THROUGH STRANGE SEAS OF THOUGHT---ALONE.'. Faixas ondulantes acima e abaixo contêm o nome da empresa: 'APPLE' e 'COMPUTER CO.', respectivamente.
    Primeiro logotipo da Apple, de 1976.

    Eu já estava querendo remoer esse assunto faz tempo, mas a chama acendeu de vez quando vi no canal Spectrum: “1 DESENVOLVIMENTISTA VS 20 LIBERAIS”. O Dr. Elias Jabbour soltou a braba: “Steve Jobs não existiria sem Estado” . No dia seguinte, o Filipe Boni (que faz um trabalho fino de arquitetura e urbanismo na UGREEN) reforçou o coro com o vídeo: Steve Jobs não inventou o iPhone, foi o Estado” .

    Mas e aí, será que é heresia falar isso? Senta que lá vem a história, porque esse mito do “gênio solitário” é o maior truque de ilusionismo da nossa era. Como capivara, eu sei que nada se faz sozinho, e o iPhone é a prova viva de que o esforço coletivo é que carrega o piano.


    Milagre privado

    Essa construção apaga o investimento público massivo que rolou décadas antes do Jobs pensar em tela colorida. Se a gente abrir o capô desse “Frankenstein” de luxo, a história não é sobre o Vale do Silício, é sobre o Departamento de Defesa dos EUA.

    Inovação radical não nasce do vácuo numa garagem mofada, precisa de uma infraestrutura que aguente o tranco de dar errado por anos até funcionar — e quem banca esse prejuízo é o Estado. Quase tudo que faz seu celular ser smart (Espertofone™) veio de dinheiro público pesado em universidades e laboratórios militares. A Apple foi uma integradora de sistemas de elite: eles pegaram as tecnologias que já estavam maduras e deram aquele banho de loja no design e na experiência do usuário. Até o mito da garagem o próprio Steve Wozniak já desmentiu: ele mandou o papo reto dizendo que a garagem era só um ponto de encontro onde eles se sentiam confortáveis, não o laboratório de criação que a lenda prega.

    Vamos dar nomes aos bois (ou às capivaras):


    Eric Arthur Johnson demonstrando seu protótipo no Royal Radar Establishment em Malvern, na Inglaterra, em 1965.

    John Elias e Wayne Westerman exibindo produto da FingerWorks, comprada pela Apple em 2005.



    Mas ó, nem tudo são luzes RGB, porque essa “alquimia” tem um lado B bem sombrio. Pra esse brinquedo existir, ele precisa de 70 elementos da tabela periódica, incluindo as famosas terras raras. A extração disso é um desastre ambiental e social: a China domina a produção, gerando toneladas de lixo radioativo pra gente ver meme em cores vibrantes.

    Já as baterias de lítio vêm de tecnologia criada em laboratórios
    financiados pelo governo dos EUA
    , e que hoje dependem de cobalto extraído em condições de semiescravidão no Congo. E a montagem, como a gente sabe, rola naquelas megafábricas onde o ritmo é de quartel e os direitos trabalhistas ficam na porta.


    Resumindo:

    TecnologiaFinanciadorOnde nasceu
    Internet (TCP/IP)DARPA (Departamento de Defesa dos EUA)ARPANET e CERN (onde a Web surgiu)
    GPSMarinha e Força Aérea dos EUAPra guiar míssil, não pra você pedir iFood
    Tela TouchGoverno Britânico e CERNCriada pra controle de tráfego aéreo e acelerador de partículas
    SiriDARPAUm projeto de IA militar chamado CALO
    Bateria de LítioDepartamento de Energia dos EUA (DoE)Pesquisa em química pra fugir da crise do petróleo
    Microchips (RISC)DARPA e NSFUniversidades tipo Berkeley e Stanford

    No fim das contas, o iPhone é a materialização do “Intelecto Geral”: é o conhecimento social acumulado que vira a maior força produtiva do mundo. Ele sintetiza o trampo de gerações de cientistas públicos.


    Tá, mas quem tá pagando isso?

    Arrecadação pública (impostos) por faixas de renda:


    Arrecadação pública (impostos) sobre trabalhadores VS empresas e empresários (2025):


    No grande servidor da economia global, quem paga a conta mostra que cada região está rodando um sistema operacional diferente, mas o ping alto sobra sempre para o mesmo lado. No final das contas, o Estado é aquele admin que decide quem vai ter a carteira nerfada.


    Quem segura o Agro-Server?

    1. O Massacre dos “Low-Levels”

    Muita gente acha que o Estado vive de taxar “vilão de filme” com cartola e monóculo, mas a realidade mostra o contrário. No Brasil e na Ásia, a base da pirâmide (quem ganha até US$50k/ano ou R$ 20.833,33 por mês) não só paga uma porcentagem maior do que ganha, como entrega mais dinheiro para o governo do que o topo do ranking. O Estado brasileiro é uma guilda que sobrevive de microtransações obrigatórias de milhões de jogadores casuais, acumulando um loot gigante que supera a contribuição dos tubarões (os super-ricos).

    2. Grinders vs. GMs (Trabalho vs. Capital)

    Se você separar o servidor entre quem trabalha (CPF) e quem é dono (PJ e empreśarios), a disparidade parece glitch bizarro. No Ocidente (EUA e Europa), o trabalho financia até 85% do servidor. O capitalista e o grande empresário operam em God Mode fiscal. Eles até pagam imposto, mas geralmente sobre o CPF deles, e concentrado no consumo, pois não havia NENHUMA tributação sobre lucros até 2025). A empresa em si, o lucro acumulado e o dividendo têm um shield de proteção que o seu salário nunca vai ter. O Estado taxa o fazer (esforço) e ignora o ter (acúmulo).

    3. O “Pay-to-Win” Invertido

    A conclusão é que a economia global é um MMORPG quebrado. Em qualquer jogo justo, quem tem mais recursos paga mais pela manutenção da Land. No nosso mundo, quem está começando o jogo tem 30% de renda nerfada logo no spawn, enquanto quem já tem o inventário cheio de itens ganha um buff de isenção.


    📝 Log de Saída (TL;DR)

    • Os Pobres e a Classe Média: São os patrocinadores masters. Em lugares como o Brasil, eles pagam mais em porcentagem e em valor bruto.
    • Os Trabalhadores: São o “Main Tank” global. Sem o imposto sobre o salário e o consumo de quem trabalha, o servidor do Estado daria instacrash.
    • Os Capitalistas: Estão jogando outro jogo. O capital é volátil, foge rápido se for taxado, então o Estado prefere não mexer com eles e focar no grind diário de quem não tem para onde fugir.

    O servidor é público, mas a conta é privada – e é sua.

    Capitão Nascimento (Wagner Moura) no filme Tropa de Elite (2007), na cena que ele profere a frase: "você que financia essa merda". Homem em uniforme tático preto e boina, visto de perfil em um ambiente escuro com iluminação quente e dramática, destaca-se pelo contraste forte entre luz e sombra no rosto. Ele aponta o dedo de forma direta e acusatória para alguém fora de quadro, com expressão dura, olhar fixo e postura tensa, transmitindo confronto e autoridade. A cena remete a um momento de interrogatório ou reprimenda, em que ele responsabiliza verbalmente um estudante por financiar o crime, carregando um tom intenso e intimidatório.
    “Você quem financia essa merda”

    Se o Estado é o investidor de risco mais audacioso da história, não está na hora de a gente discutir como esses lucros astronômicos voltam para financiar o bem comum em vez de ficarem escondidos em paraísos fiscais?

    Aliás, se a tecnologia que você usa no bolso foi paga com dinheiro público, por que a gente ainda aceita que o acesso à inovação de ponta seja um privilégio de quem tem o bolso cheio?


    Fontes:


    Gráficos do perfil de tributação:

    1. Brasil (Arrecadação e Regressividade)
      Os dados de arrecadação total e a composição por tributos vêm do Ministério da Fazenda, enquanto a análise de quem paga a conta (por classe) é baseada em estudos do IPEA.
    2. Estados Unidos (Distribuição por Faixa de Renda)
      O governo dos EUA publica tabelas exatas separando quanto cada decil de renda contribui para o bolo total.
    3. Europa (UE-27 e Zona do Euro)
      O Eurostat consolida os dados de todos os Estados-membros, permitindo ver a carga tributária em relação ao PIB e por tipo de receita.
    4. Ásia (Relatórios Regionais)
      A fonte mais confiável para a Ásia é o relatório conjunto da OCDE com o Banco Asiático de Desenvolvimento, que padroniza os dados de 37 economias.
  • 24/04: dia mais complexo do ano?

    24/04: dia mais complexo do ano?

    Sabe aquele dia que parece querer abraçar o mundo inteiro de uma vez só? O 24 de abril é exatamente assim. É uma data que nos lembra que, por trás de cada tarefa e de cada encontro, bate um coração buscando conexão.

    Capivara abraçando um globo terrestre com os olhos fechados, transmitindo calma e carinho, iluminada por luz dourada de pôr do sol em um cenário natural desfocado ao fundo.

    A gente acredita que o dia começa de verdade no calor da cuia de chimarrão, aquele companheiro silencioso que nos dá a paz e o foco de um samurai para enfrentar o que vier. É com essa mesma força que olhamos para o jovem trabalhador, cheio de sonhos e de um brilho nos olhos que a gente nunca deve deixar apagar, tal qual um último Samurai. Esse brilho nasce em casa e se fortalece quando a família está na escola, presente, de mãos dadas com o futuro.

    E por falar em mãos, o dia nos convida a ouvir com os olhos e a sentir o silêncio. Seja no respeito de quem fala através da LIBRAS, ou no esforço de baixar o volume do mundo para que a conscientização sobre o ruído nos permita escutar quem está ao lado. É nesse silêncio que a diplomacia para a paz acontece — não em grandes salas, mas no respeito diário. É a mesma dedicação que vemos nos olhos de um cão-guia, que entrega sua vida para ser o caminho de alguém, e na gratidão que devemos aos animais de laboratório, que silenciosamente ajudaram a ciência a nos proteger de males como a meningite.


    Nossa humanidade também se prova quando não esquecemos de ninguém. Olhamos com empatia para o penitenciário, lembrando que a esperança de um novo recomeço é um direito de todo ser humano. E quando o sol começa a baixar, a gente se volta para a terra. Honramos o boi e o milho, que são o sustento e o suor das nossas raízes, e transformamos tudo isso em celebração.

    Porque, no fim das contas, nada cura mais a alma do que o cheiro do churrasco queimando na brasa e a conversa jogada fora entre amigos. O dia 24 de abril nos ensina que, entre o dever e o lazer, o que realmente importa é o cuidado que temos uns com os outros.


    Status: 14/14 razões para acreditar que a nossa comunidade é o que nos move. ❤️

    1. Dia do Penitenciário
    2. Dia Internacional do Jovem Trabalhador
    3. Dia Mundial de Combate à Meningite
    4. Dia Nacional da Família na Escola
    5. Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
    6. Dia Mundial do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz
    7. Dia Internacional do Cão-Guia
    8. Dia do Churrasco
    9. Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído
    10. Dia Mundial do Animal de Laboratório
    11. Dia do Boi
    12. Dia do Chimarrão
    13. Dia Internacional do Milho
    14. Dia do Samurai
  • O Feriadão da Crise de Identidade

    O Feriadão da Crise de Identidade

    Se o Brasil fosse um grupo de WhatsApp, o dia 21 e o dia 22 de abril seriam aquele momento em que o administrador e o penetra começam uma briga generalizada. A gente não se ilude com o feriado: a gente sabe que, entre uma folga e outra, o que rola é um flashback de um relacionamento abusivo que dura 500 anos.


    21 de Abril: O cara que tentou mudar a senha do Wi-Fi

    Tiradentes, o nosso Alferes favorito (e o único que a gente conhece), foi basicamente o primeiro brasileiro a cansar de pagar um boleto que não era dele. Portugal era aquele “sócio” que levava 20% de tudo (o famoso Quinto, que hoje em dia a gente chama de imposto, mas na época era só extorsão mesmo) e não devolvia nem um asfalto decente em Vila Rica, atual Ouro Preto, e sede do governo da Capitania das Minas Geraes na época.

    Tiradentes não queria ser mártir, ele só queria que a gente parasse de ser a fazendinha particular da Europa. Ele tentou romper o “pacto colonial” — que é um nome chique para: “eu produzo, você leva e eu ainda te agradeço”. O problema é que, como todo mundo que tenta peitar o sistema antes da hora, ele acabou virando peça de decoração na rodovia que ligava as Minas Geraes (com e mesmo) ao porto de Paraty, no Rio de Janeiro.


    22 de Abril: O “Descobrimento” ou o GPS quebrado de Cabral

    Aí, logo no dia seguinte, a gente finge que comemora o “Descobrimento”. Vamos ser sinceros? Se você chega na casa de alguém, a pessoa já está lá, jantando, e você diz: “Achei essa casa! Agora é minha e você vai trabalhar pra mim”, isso não é descoberta. É invasão domiciliar.

    Imagem de um personagem de desenho animado, um pica-pau, sorridente e segurando um bastão com a palavra "Diálogo" escrita. Ao fundo, há a frase: "Vamos Resolver isso no diálogo".

    O pessoal fala de “encontro de culturas” para não dizer que foi um “arrastão transatlântico“. O plano era simples: entrar, pegar o que brilha, levar a madeira e, se os donos da casa reclamassem, o “diálogo” era na ponta da espada. A lógica de tratar o Brasil como um almoxarifado começou ali e, convenhamos, a gente ainda não aprendeu a fechar a porta.


    A Lógica que não sai do nosso extrato

    O pior de tudo não é a história, é como a gente continua repetindo o erro. A lógica perversa que a gente não muda é essa mania de achar que o Brasil é só um lugar para tirar coisa e mandar para fora.

    Naquela época: Mandava ouro, pau-brasil e cana de açúcar.

    Hoje: Manda soja, ferro e petróleo bruto, e depois compra a gasolina, carros e a ração para gado de quem comprou da gente.

    A gente continua sendo o país que vende o almoço para comprar a janta com juros. Tiradentes tentou avisar que o prejuízo era grande, mas a gente ainda olha para o “descobridor” como se ele tivesse feito um favor de trazer o espelhinho.

    Resumo da ópera: O 21 de abril é o dia de quem tentou dar o grito de “chega!”. O 22 de abril é o dia de lembrar que, se a gente não cuidar, sempre vai ter um “turista” querendo levar até o nosso café da manhã embora.

    Dica da Capivara: Aproveite o feriado, mas não esqueça que, no fundo, a gente ainda está tentando entender por que o boleto de Portugal ainda parece estar chegando no nosso e-mail todo mês.

  • GG WP para as nossas Capivaras, hoje e todos os dias!

    GG WP para as nossas Capivaras, hoje e todos os dias!

    Hoje o calendário do servidor marca o dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher. Mas se tem uma coisa que a gente sabe muito bem nas nossas runs diárias, no lobby e no Discord, é que o impacto e o valor de vocês não se resumem a um evento sazonal com data para acabar.

    A gente entende que ser mulher — seja no cenário gamer ou no hard mode da vida real — exige a famosa tranquilidade e carisma de uma capivara, mas também a resiliência inabalável de quem tanka a frontline todos os dias contra todo tipo de adversidade.

    Vocês são as nossas IGLs que guiam a call, as suportes que salvam o esquadrão no último segundo, as duelistas que abrem o pixel com coragem, e, acima de tudo, o coração e a alma da nossa comunidade.

    Por isso, essa mensagem não é apenas para dar os parabéns por hoje. É um lembrete oficial de que o reconhecimento, o respeito e o espaço de vocês não têm cooldown e nem data de validade. Não se trata apenas de mandar um “Feliz dia” no chat hoje, mas de valorizar a presença, a voz e as jogadas de vocês em absolutamente todas as partidas do ano.

    Obrigado por construírem a nossa REPUBLICA. Que os lobbies sejam cada vez mais seguros, que os drops sejam sempre lendários e que o respeito seja sempre a regra número um, de 1º de janeiro a 31 de dezembro.

    Continuem amassando! 🎮✨

  • Vamos jogar o Campeonato Overclock de CS2 neste sábado (28)!

    Vamos jogar o Campeonato Overclock de CS2 neste sábado (28)!

    A CAPY Academy já tem data e horário para entrar no servidor: sábado, 28 de fevereiro de 2026, às 16h (horário de Brasília). O confronto é válido pelas Quartas de Final do Campeonato Overclock de Counter-Strike 2, e a equipe aguarda o vencedor do play-in para conhecer seu adversário.

    Depois de uma campanha sólida e consistente no Campeonato da FkB, a CAPY Academy chega embalada para o mata-mata. Após algumas mudanças em nossa line-up, temos evoluído taticamente, e também bom controle econômico e execuções cada vez mais afiadas, fundamental em séries decisivas.

    Vamos jogar com o Nick (Capitão), JCczar, EletroLucas, TaTa e MotherOfHell (nossa querida Nath).


    MOMENTO DECISIVO

    As quartas de final marcam o início da fase eliminatória, onde cada round pode definir o rumo do campeonato. Entraremos com foco total, preparação estratégica e a confiança de quem vem construindo um projeto competitivo sério dentro do cenário.

    A expectativa é de um jogo intenso, com alto nível técnico e muita pressão. Em confrontos assim, detalhes fazem a diferença — e a Capivara já provou que sabe jogar sob pressão.


    📺 ONDE ASSISTIR

    A transmissão oficial será realizada pelo canal da Twitch.tv da BebaOverclock, com cobertura completa do campeonato.


    🗓 O EVENTO

    • Data: 28/02/2026
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • Fase: Quartas de Final
    • Jogo: Capivara REPUBLICA vs. vencedor do Play-in
    • Transmissão: BebaOverclock

    A torcida é parte fundamental dessa caminhada. Acompanhe, compartilhe e nos apóie em mais um desafio rumo ao topo.

    🐾💙 Vamos juntos #vamoCAPY

  • Amigas até o fim

    Amigas até o fim

    O Newquay Zoo, no sudoeste do Reino Unido, anunciou a eutanásia de Johnson, uma capivara de nove anos, e Al (ou Al Capone, não confundir com a IA da era das máquinas), uma anta brasileira de 20, companheiras inseparáveis que dividiram o mesmo recinto por quase uma década. A decisão de eutanasiá-las foi tomada após avaliação veterinária apontar agravamento de problemas de saúde relacionados à idade, que comprometiam a qualidade de vida das duas.

    Uma capivara em um gramado, sentada e comendo folhas verdes, enquanto uma anta está de costas ao fundo.

    Dois símbolos da nossa fauna — nascidos para correr livres em rios e matas da América do Sul — viveram e morreram confinados num cercado do outro lado do Atlântico. Não é apenas uma questão de bem-estar animal: é a nossa natureza tratada como curiosidade exótica, um reflexo do olhar colonial que transforma seres vivos em atração para visitantes que nunca foram seu habitat natural.

    Se ao menos partiram juntos, tiveram um ao outro — algo que nem todo mundo tem.

    Que fique a lição:

    Todos precisam de um amigo. Nem que seja uma anta.