Logo colorido da Capivara REPUBLICA, com o texto 'Capivara' escrito em letras grandes, douradas e descontraídas, e 'REPUBLICA' em letras igualmente douradas, garantindo um visual divertido e amigável.

Autor: lima404

  • Wallpaper de Janeiro

    Wallpaper de Janeiro

    ANO NOVO: CONSTRUÇÃO

    Janeiro se apresenta como um território em aberto — não vazio, mas cheio de possibilidades em movimento.

    Este caminho não é reto porque a construção verdadeira nunca é simples. Ele avança, retorna, contorna, se adensa no centro e segue adiante. Cada curva carrega tempo, escolha e aprendizado. Não há atalhos: há percurso. E é justamente nesse percurso que se forma o que permanece.

    O caminho se organiza em quatro eixos, como pilares de uma construção que não começa nem termina, apenas se fortalece.

    O eixo roxo, voltado ao interior, representa a origem do movimento. É o campo da consciência, da intenção e da escuta. Antes de qualquer ação, há reflexão. É nele que o ano começa de verdade: entendendo quem somos e o que queremos sustentar.

    O eixo azul, em direção ao avanço, traduz estabilidade e confiança. É o eixo do compromisso com o tempo, da constância que transforma planos em estrutura. Aqui, a construção deixa de ser ideia e se torna prática, passo firme após passo firme.

    O eixo verde, que emerge como transição, simboliza cuidado e renovação. É onde se ajusta o percurso, onde se aprende a preservar enquanto se cresce. Construir também é saber manter vivo aquilo que já foi erguido.

    O eixo amarelo-alaranjado, em expansão, carrega a força da ação e da esperança. É o impulso que projeta o caminho para fora, compartilhando o que foi construído. Representa fraternidade, presença e a energia que conecta o individual ao coletivo.

    Juntos, esses quatro eixos formam uma estrutura em fluxo contínuo. Um lembra, o outro sustenta, o terceiro cuida e o quarto projeta. Assim se constrói um novo ano: não como ruptura, mas como continuidade consciente — sólida, viva e em movimento.

    O centro não é um fim, mas um ponto de fortalecimento. É onde o fluxo se organiza, ganha espessura e sentido. Dali, tudo continua — mais firme, mais consciente. Construir é isso: permitir que a experiência transforme o trajeto em base.

    Desejos para o nosso 2026

    Que este seja um ano de construções conscientes.
    De caminhos que façam sentido.
    De bases firmes para paz, fraternidade e esperança — não como ideias abstratas, mas como algo que se constrói, dia após dia.

    Ilustração abstrata em fundo escuro com quatro caminhos luminosos e contínuos formando um percurso orgânico em espiral. As linhas apresentam cores em degradê — roxo, azul, verde e amarelo-alaranjado — convergindo para um centro sólido, simbolizando construção, equilíbrio, fluxo contínuo e caminhos infinitos para um novo ano

    tl;dr Influências empregadas

    🌀 Labirintos clássicos (Grécia/Creta)
    Caminho único e movimento para dentro e para fora
    🪢 Nós celtas
    A continuidade eterna, sem começo ou fim visível. Sem entrelaçar, sem aprisionar — apenas fluir.
    🧿 Grafismos indígenas e pré-colombianos da América do Sul (influência principal)
    Linhas fortes, ritmo visual, sensação de percurso. Menos ritual, mais movimento vivo.
    🧘 Fluxo vital e energia (chakras)
    Um centro que organiza, irradia e devolve. Não é símbolo fechado — é interpretação aberta.
  • Wallpaper de Dezembro

    Wallpaper de Dezembro

    IDENTIDADE QUE NÃO SENTE FRIO

    🎅🌴 O wallpaper de dezembro chegou… e não é no Polo Norte

    Esqueça neve, casaco vermelho e trenó. No hemisfério sul, até o Papai Noel troca o casaco por uma sunga.

    No wallpaper deste mês, nosso bom velhinho assume a forma mais honesta possível: uma capivara tranquila, de sunga verde e amarela, curtindo a praia em pleno Rio de Janeiro. Nada de Polo Norte, nada de frio — só areia quente, mar azul e aquele pôr do sol que explica por que dezembro, por aqui, é diferente.

    Esta arte celebra o Natal do hemisfério sul: calor, descanso, fim de ciclo e a certeza de que não faz sentido usar roupa de inverno quando o sol tá rachando. É a Capivara REPUBLICA lembrando que tradição também pode — e deve — se adaptar à realidade.

    📥 Baixe agora e leve esse espírito natalino versão verão direto pro seu desktop.
    💬 Curtiu? Poste um print do seu setup em nosso Discord com a tag #WallpaperCAPY
    📅 Mês que vem tem mais. E se tiver ideia de tema, manda — a república ouve.

    Ilustração cartoon de uma capivara sorridente surfando no mar ao pôr do sol, usando mochila e bermuda listrada, sendo puxada por três onças-pintadas brasileiras com arreios, correndo sobre a água, com montanhas e a cidade do Rio de Janeiro ao fundo.
  • RAM – engolindo sapos e outras marmotas

    RAM – engolindo sapos e outras marmotas

    O mercado de memória RAM entrou naquela fase conhecida do brasileiro: a de engolir sapo calado. Só que agora o sapo vem empanado, com preço em dólar e aviso de que vai ficar maior no ano que vem.

    Ilustração em estilo cartoon mostrando uma capivara triste, com lágrimas nos olhos, observando uma marmota engolindo um sapo verde. A marmota aparece animada, com a boca aberta, enquanto o sapo está parcialmente para fora. Cena expressiva e caricata, sem texto, pensada para fundo transparente.

    O que antes era só “memória subindo um pouco” virou um recado direto da indústria: ou você paga mais, ou fica para trás. Fabricantes já avisam sem cerimônia que os preços ainda vão piorar, e que 2026 deve ser o auge da pancada. Não é ameaça — é planejamento.


    A conta chegou (e não foi você quem fez)

    Em poucos meses, o preço da memória RAM e da memória flash de SSD disparou como se tivesse sido reclassificado para item de luxo. Para quem monta PC, faz upgrade ou só queria trocar aquela máquina cansada, a sensação é a mesma: algo está muito errado.

    O motivo é simples, embora ninguém goste de dizer em voz alta. As fábricas decidiram que é mais lucrativo abastecer placas de vídeo gigantes de datacenter, aquelas usadas para inteligência artificial, do que vender memória para PC comum, notebook ou console. O consumidor doméstico virou figurante.


    DDR4 ou DDR5? Escolha errada, de qualquer jeito

    Conforme vídeo do canal Lock Gamer, o dilema atual não é qual memória é melhor — é qual ainda dá pra pagar.

    Placa de trânsito amarela em formato de losango, contendo a inscrição: "Tem, mas já acabou..."

    A DDR4 continua funcionando muito bem, mas começou a ser tratada como tecnologia “indesejada”. Já a DDR5 é empurrada como o futuro inevitável, mesmo custando duas, três ou quatro vezes mais do que custava pouco tempo atrás. O upgrade, que deveria ser natural, virou um exercício de frustração.

    Resultado? Gente segurando plataforma antiga, reaproveitando peça, adiando compra e fazendo malabarismo técnico para não abrir a carteira.

    Créditos: PCPartPicker

    Quando a memória trava o mercado inteiro

    A alta da RAM não afeta só quem monta PC. Ela trava tudo. Fabricantes de placas-mãe já registram quedas de até 50% nas vendas. Menos placas-mãe vendidas significam menos processadores, menos upgrades e menos lançamentos relevantes.

    Em pleno fim de ano, quando o mercado normalmente ferve, o setor esfriou. Não por falta de interesse, mas por falta de coragem de pagar.

    Nos Estados Unidos, a situação ficou tão absurda que algumas lojas passaram a esconder o preço da memória, informando apenas no balcão. Virou cotação. Igual dólar, ouro ou carne em época de crise.

    Pergunte o preço… se tiver coragem. Com os preços de RAM dinâmicos, será mais uma empresa que Uberizou?

    Pagar mais para levar menos

    Para tentar não assustar o consumidor de vez, fabricantes de PCs começaram a cortar onde dá: menos memória de fábrica, especificações mais tímidas e preços finais ainda mais altos. O novo normal é pagar mais por máquinas piores do que as de dois anos atrás.

    E o aviso está dado: se a crise continuar, consoles, placas de vídeo, notebooks e até smartphones entram na mesma dança. Não por tecnologia, mas por falta de componente barato.


    O futuro? Engole o sapo e segue

    A promessa de normalização só aparece lá para 2027 ou 2028. Até lá, o consumidor vai continuar ouvindo que “agora não é a melhor hora”, enquanto o preço sobe mês após mês.

    No fim das contas, a crise da RAM não é sobre memória. É sobre quem a indústria decidiu priorizar. E, desta vez, não foi você.

  • Wallpaper de Novembro

    Wallpaper de Novembro

    RAÍZES E IDENTIDADE

    Neste mês, a Capivara República mergulha nas nossas raízes — nas histórias que moldam quem somos como povo, como comunidade e como nação.
    A imagem traz a capivara, símbolo de união e brasilidade, em meio a figuras humanas e esculturas que evocam ancestralidade e pertencimento. O lenço verde e amarelo reflete nossa identidade nacional, enquanto o olhar firme representa o orgulho de quem reconhece suas origens.

    Novembro é tempo de olhar para trás e enxergar mais do que passado — é tempo de perceber de onde brota a nossa força.
    É o mês da Consciência Negra, quando lembramos que a cor da pele, o som do tambor e o calor da fé formam os alicerces invisíveis da nossa cultura.
    É o mês dos Finados, quando honramos quem veio antes, porque sem memória não há futuro.
    E é o mês da República, símbolo da construção coletiva, da luta por identidade e liberdade.

    Cada traço deste wallpaper é uma homenagem: à origem que pulsa em cada um de nós, à mistura que nos faz únicos, e ao orgulho de ser parte de algo maior.

    💬 Em novembro, celebramos de onde viemos para entender pra onde vamos.

  • O dia em que o mosquito virou campeão

    O dia em que o mosquito virou campeão

    Hoje, 19 de outubro de 2025, o Brasil vai dormir com duas taças, e o zumbido mudou de frequência. A Legacy levantou o troféu do CS Asia Championships 2025, em Xangai e a FURIA conquistou o Thunderpick World Championship 2025, em Malta.

    No placar, vitória dupla. Mas, no subtexto, uma reviravolta narrativa:

    O mosquito agora tem microfone — e ping perfeito.


    Da picada ao pixel

    Lá atrás, em ZIKA e o mosquito narrativo, falamos de como a influência se infiltra como um vetor: invisível, constante, impossível de ignorar. Hoje, o vetor mudou de forma – sai o Aedes, entra o Avatar.

    A transmissão virou o campo de batalha — mas, começamos a vislumbrar um mundo em quem narra e quem joga estão do mesmo lado. O Brasil não apenas participou do servidor global — ele hosteou o momento.


    O contágio do impossível

    Quando a Legacy subiu no palco em Xangai e ergueu o troféu, foi mais do que uma vitória técnica – foi geopolítica simbólica: o primeiro título sul-americano em solo asiático.

    latto foi o MVP do CS Asia Championships 2025. Fonte: HLTV

    Horas depois, a FURIA fechava a conta em Malta — confirmando que, no mesmo dia, o Brasil foi campeão em dois continentes.

    KSCERATO foi o MVP da Thunderpick World Championship 2025. Fonte: BO3.gg

    É como se o vírus tivesse aprendido a usar headset.
    O que antes se espalhava por ruído, agora se propaga por grito de vitória.


    O antídoto virou veneno — e vice-versa

    A Legacy, time que até outro dia era tratado como “promessa simpática”, virou o pesadelo dos favoritos.
    Entrou no torneio como coadjuvante, saiu como protagonista. O mesmo time que, meses antes, fazia o Brasil parecer uma nota de rodapé na história do CS2.

    Mas a narrativa, essa entidade volúvel e interesseira, adora drama.
    E foi justamente quando ninguém esperava que o underdog decidiu morder o calcanhar do gigante. De novo.


    FURIA: o mosquito de terno

    Enquanto isso, a FURIA, aquele time que a internet jurava que “mora na praia e não treina”, conquistava seu segundo título de peso em 2025.
    De desacreditada a bicampeã — a metamorfose completa do estereótipo.

    A ironia? É a mesma torcida que cobrava “mudança de postura” que agora pede documentário no Netflix.
    A mesma que queria “renovação total” agora se veste de camisa preta e uiva de orgulho.

    O mosquito é persistente — e a picada, aparentemente, é contagiosa.


    “Quando é brasileiro, é sorte; quando é gringo, é mérito”

    Gaules reage e desabafa após Legacy ser campeã

    Em sua transmissão, o streamer não poupou emoção nem ironia — o que começou como um “vamos ver até onde vai” terminou em voz embargada e orgulho nacional.

    “Ninguém botava fé… e os caras foram lá e ganharam. Jogando bonito, jogando limpo.”

    “Quando é brasileiro ganhando, é sorte. Quando é gringo, é mérito.”

    O público ouviu. Parte aplaudiu. Parte duvidou.
    Mas a verdade é que, nesse teatro cíclico do CS, as narrativas mudam de roupa mais rápido do que os memes mudam de dono.


    Cansamos de gritar sem eco

    A frase reverberou. Talvez porque, finalmente, o eco veio — não em microfones alugados, mas em rounds conquistados. Enquanto uma parte da comunidade ainda disputa quem tem o direito de narrar, as equipes mostraram que narrativa se conquista jogando.

    YEKINDAR, você joga muito! Fonte: Reprodução/X

    O verdadeiro “direito de transmissão” é o de existir em campo — com mérito e com barulho.


    A inversão da lente

    A antiga matéria terminava com uma derrota — e uma tese:

    “O que se transmite vale mais do que o que se vence.”

    Hoje, o placar inverteu. Ou talvez eu tenha mudado de ideia?

    O mosquito que antes carregava o vírus agora carrega a bandeira.
    E cada grito de “LEGACY!” ou “FURIA!” é uma picada simbólica no velho discurso de que “O Brasil só aparece quando tropeça.”


    O vírus da influência — agora em HD

    Gaules, MadHouse, Prime, Twitch, contratos — o sistema ainda existe. Mas, nesta rodada, o vetor não é invisível: está com a camisa preta, suando sob luzes de palco e segurando troféu.

    É o mesmo circuito de influência, só que agora retroalimentado por competência. A influência continua sendo vírus — mas quem disse que vírus não pode evoluir?


    Capivara, mosquito e molotov

    Sabe que a influência continua perigosa, que o ruído pode voltar, que os mosquitos nunca vão embora por completo.

    Mas, neste 19 de outubro, há algo novo no ar: cheiro de vitória.

    Não a vitória anestesiada de campanhas publicitárias,
    mas a genuína, suada, carregada na mala de volta de Xangai e Malta.

    É o momento em que o mosquito narrativo se torna mosquito protagonista.
    O dia em que o Brasil não foi vítima do vetor — foi o vetor.


    E no fim…

    As transmissões continuam, os contratos também.
    Mas, pelo menos hoje, quem controla o que a gente vê não são só as plataformas — são os que fizeram a história acontecer.

    O mosquito zune, a capivara ecoa, e o Brasil comemora.
    O barulho é nosso.

    É Molodoy?

  • Vamos entrar em campo!

    Vamos entrar em campo!

    A nossa jornada começa agora.
    Pela primeira vez, vamos disputar um torneio de CS2 — e a trilha até o topo será épica.


    🐾 Nosso Time

    Estes são os jogadores que vão representar a nossa república:


    🥇 Etapa Classificatória — Grupos

    [event_list 621]

    Os times entram em campo para mostrar que merecem seguir adiante.
    É hora de estratégia, comunicação e sinergia — todo ponto conta!


    ⚔️ Eliminatórias — Quartas e Semifinais

    Aconterá entre 20/11 e 22/11. A pressão aumenta, os detalhes fazem a diferença. Aqui, só os mais focados e coordenados avançam e cada jogada pode definir o destino da Capivara.


    🏁 A Grande Final

    O momento mais esperado.
    Depois de toda a trajetória, chega a hora de lutar pelo título — com garra, fair play e aquele espírito capivarístico que a gente carrega no coração. 💚


    📢 Estaremos ao vivo na Twitch da @CapivaraREPUBLICA! Acompanhe nossas redes para atualizações, resultados e destaques de cada fase!

  • ZIKA e o mosquito narrativo

    ZIKA e o mosquito narrativo

    Uma ilustração digital em estilo cartoon sobre fundo transparente, apresenta um mosquito Aedes aegypti triste usando um capacete alado estilizado. O mosquito é desenhado com características proeminentes que sugerem tristeza, como olhos baixos ou postura curvada. O capacete, posicionado na cabeça do mosquito, é colorido com um gradiente vibrante que vai do magenta ou roxo profundo ao ciano brilhante ou turquesa, com contorno preto. Preso ao lado direito do capacete, há um par de asas simplificadas, brancas e com contorno preto, em conformidade com a estética do desenho animado.

    Estocolmo, 10 de outubro de 2025 — A FURIA caiu por 2 × 1 pra Vitality. No placar, derrota. Mas fora do servidor, o round decisivo é outro: quem controla o que a gente vê — e o que a gente acredita ter visto.

    Enquanto o público assistia o tropeço da equipe brasileira, a disputa real acontecia nos bastidores: direitos de transmissão, contratos, influências e plataformas. É aí que o mosquito pousa, de chapéu e microfone aberto.


    A culpa toda é do YEKINDAR, que não jogou colado no monitor.


    A teia dos direitos 🕸️

    Nos últimos meses, a conversa sobre quem transmite o quê ganhou corpo. Gaules, que já revelou ter gasto quase R$ 30 milhões em transmissões de CS nos últimos anos (MaisEsports), voltou a afirmar que ninguém quer dividir os custos dos direitos de exibição — mas todos querem a visibilidade.

    Ao mesmo tempo, surgiu a MadHouse TV, união entre FURIA e Podpah. O canal nasceu com a proposta de “democratizar transmissões esportivas”, mas rapidamente assumiu um perfil corporativo robusto — com parceria com Prime Video (ABC da Comunicação) e direitos exclusivos de exibição de jogos da NFL (Meio & Mensagem)(Instagram).

    O discurso da “transmissão comunitária” virou negócio — e quem narra também edita a história.


    Vozes da rede 📣

    💬 “O cara controla até o que os outros streamers podem comentar. É tipo o VAR da narrativa.” — comentário em post de @btsbrasil_tv

    💬 “MadHouse já chega com Prime e NFL, mas fala que é pela comunidade.” — esse daqui é eu mesmo falando (10/10/25)

    💬 “A real é que ninguém quer pagar a conta com ele. Mas se o Gaules tossir, o algoritmo pega gripe.” — resposta em thread sobre direitos de transmissão

    O barulho é sobre poder — quem tem a chave do sinal e o domínio da conversa.


    Histórico de controle narrativo 📚

    A relação entre Gaules e sua comunidade é de lealdade… e blindagem.

    Em 2020, quando um perfil crítico foi suspenso após questioná-lo no Twitter, surgiram relatos de denúncias em massa organizadas por fãs (Salvando Nerd).

    Em 2021, o banimento temporário do canal na Twitch gerou um movimento de solidariedade e também de intimidação a críticos (GE Globo).

    Esses episódios reforçam o ponto: a comunidade é parte do sistema narrativo. Se o chat gosta, o tema floresce. Se o chat odeia, some do mapa.


    Os fantasmas do passado 💔

    Nomes como Lett, Lindinho e Beatriz Bottino ainda aparecem nas entrelinhas — lembranças de episódios que misturaram palco, bastidor e (a falta de) privacidade. Nenhum deles é tópico quente no momento, mas servem como símbolos do controle da narrativa pessoal.

    O caso de Lindinho é lembrado por ter começado como um personagem dentro da produção do Gaules, e terminado com campanhas de “cancelamento” — algumas supostamente alimentadas por robôs.

    No caso de Lett, rumores e especulações ganharam força logo após o término, ao passo que o apresentador surgia com uma nova namorada, Beatriz Bottino, apresentada uma semana após o vídeo do término com a Lett, e autora da frase que o público não esqueceu:

    IBAGENS, EU QUERO IBAGENS

    “Eu nunca gastei nada pra ir pra Europa, eu sempre fui nas custa dos outro (sic), meu filho. Eu não sei, eu nunca gastei um real pa (sic) ir em nenhuma viagem que eu fui”


    O ruído do mosquito 🧠

    O que zune mais alto: o som do servidor caindo ou o ruído de quem decide o que é dito sobre ele?

    Na derrota da FURIA, o verdadeiro placar não foi 2×1 — foi narrativa 1 × 0 comunidade. A cada tweet, corte ou vídeo que surge, o público se convence de que está participando da conversa, quando na prática está apenas ecoando o discurso de quem tem a chave do microfone.

    Chamam de “voz da comunidade”, mas a comunidade não fala — é falada. O capital veste a camiseta da torcida, cola adesivo de streamer no notebook e jura que “é só pelo amor ao jogo”. Mas amor não tem contrato de exclusividade.

    E o público? Ri, compartilha, defende, até briga em comentários. Tudo isso alimenta o sistema que monetiza até o barulho da discordância. No fim, a influência não se impõe: ela se infiltra. Como o mosquito da ZIKA — discreto, constante, impossível de ignorar.


    O antídoto: nossa própria frequência 🌎

    Mas se há vírus, há também imunidade. O antídoto começa quando a gente entende que informação descentralizada é poder distribuído.

    O público pode — e deve — construir suas próprias antenas. Valorizar quem transmite com transparência, quem abre espaço pra vozes menores, quem erra e assume. Não é sobre “cancelar os grandes”, é sobre lembrar que o jogo é maior do que quem narra.

    Quando a comunidade se organiza pra cobrar transparência e apoiar projetos independentes, o som muda de frequência. A voz da Capivara, da rua, da stream pequena e autêntica, atravessa os muros do capital e vai longe — bem longe. Porque o mosquito zune, mas a capivara ecoa.

    💬 No fim das contas, o que precisamos não é de menos Gaules — é de mais GENTE. Mais vozes, mais olhares, mais narradores que não tenham medo de perder o microfone.

    E se o ruído da ZIKA é inevitável, que pelo menos o som da resistência seja mais alto.

    A FURIA perdeu. Mas quem perdeu mesmo o controle foi o público, que confunde voz da comunidade com voz do capital travestido de fã-clube.

    No jogo de narrativas, o que se transmite vale mais do que o que se vence. E, como toda ZIKA, o vírus da influência não mata — se espalha.


    Fontes consultadas

    Mais Esports · The Clutch · ABC da Comunicação · Meio & Mensagem · Salvando Nerd · GE Globo

  • Wallpaper de Outubro

    Wallpaper de Outubro

    🎃 O wallpaper de outubro chegou! 👻✨

    No coração de uma floresta enevoada, sob o luar e entre abóboras iluminadas, a Capivara REPUBLICA se veste para o Halloween — mas com um toque todo nosso: um momento sereno e simbólico, onde um pequeno bruxinho entrega uma imagem de Nossa Senhora Aparecida à Capivara Fantasma. Uma cena que mistura fé, amizade e aquele charme sombrio de outubro.

    🖥️ Prepare seu desktop para o mês mais misterioso do ano, com essa arte em estilo cartoon que equilibra o doce e o assombroso.
    Perfeita para quem vive o espírito de Halloween e segue a luz que guia a república. 🌕💙

    📥 Baixe agora e vista sua tela com o orgulho (e um pouquinho de magia) da Capivara REPUBLICA!

    💬 Gostou? Mostre seu setup pra gente!

    📅 E como sempre: mês que vem tem mais — que tal sugerir o próximo tema?

    Imagem em estilo cartoon de uma criança entregando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida a uma capivara com a mão estendida, em uma floresta sombria com abóboras, em alusão ao Halloween
  • Moloday

    Moloday

    FURIA Campeã da FISSURE PLAYGROUND 2

    Belgrado, 21 de setembro de 2025. FINAL DA FPG2, FURIA X MONGOLZ, valendo 200 mil dólares que valem mais do que dinheiro. Nesse palco que nasceu o nosso Moloday — lembrando aquela frase do filme da F1:

    “O único dia em que podemos dizer que fomos os melhores do mundo.”

    Nesse domingo, molodoy foi MVP, herói, e agora… o líder espiritual da nova seita que já está surgindo: as TESTEMUNHAS DE MOLODOY.

    Molodoy fazendo pose de Sniper

    O rolê mapa a mapa

    Mirage — 16×13 FURIA
    Clutch, tensão e a FURIA abrindo a série no limite.

    Inferno — 13×11 MongolZ
    Empate. Todo mundo suando. As capivaras já pedindo água e sal.

    Nuke — 16×12 FURIA
    O mapa da virada. Quanto mais a MongolZ tentava, mais o molodoy brilhava.
    Do lado, o professor FalleN mostrando que ainda dá aula até pra doutorado.

    Overpass — 13×9 MongolZ
    Outra pancada. Série empatada e capivaras com o coração na boca. Nossa IA (Capivárias) mutou o Pastor Mohamed para sempre, zicou até o fim. Obrigado pela nobre criação, Tio Henry.

    Dust2 — 13×5 FURIA
    O atropelo. O mapa que virou culto. E o grito que ecoou: Moloday!

    Molodoy campeão, depois que o jogo finaliza

    As histórias dentro da história

    yuriih e Nyvi: finalmente fizeram as pazes. A paz voltou ao servidor.

    KSCERATO: pinou, pinou… mas quando entrou, entrou bonito.

    FalleN: foi professor, mentor e xerife. Aula completa.

    YEKINDAR: quanto mais colava a cara na tela, mais bala entrava. Literalmente um míssil humano.

    molodoy: MVP, profeta, fundador da nova ordem. Nasce aqui a seita das TESTEMUNHAS DE MOLODOY.

    FalleN, o professor, o mestre, a lenda, e a primeira testemunha de Molodoy

    E do outro lado da tela…

    As capivaras ficaram na call torcendo, gritando, sofrendo.
    Cada round parecia infinito. A cada clutch perdido, um ataque cardíaco coletivo.
    Quase morremos, mas no fim… a explosão: FURIA campeã, molodoy MVP e 1 ano de Capivara REPUBLICA.

    Obrigado a cada um de vocês que acreditam que dá pra construir melhores dias com com amizade, fraternidade e diversão.
    Esse também foi o nosso Moloday.

    Capivara REPUBLICA - Somos 459 juntos

    E já se preparem, porque no fim do ano tem a primeira LAN da Capivara Academy, direto de Belo Horizonte.
    Vai ser história de novo — e você vai querer estar lá.

  • Status do desenvolvimento

    Status do desenvolvimento

    Finalmente finalizei a configuração da máquina que vai hospedar o servidor de forma que seja eterno enquanto dure definitiva.

    Enquanto isso, eu e o Mohamed estamos quebrando a cabeça com algumas das vilas nossas. Grande parte das construções teve participação de vários amigos, então, sou grato a todos por iniciar essa jornada conosco.
    Abaixo vou enviar alguns prints do desenvolvimento imobiliário os quais estamos trabalhando:

    A boate subterrânea da praia na Vila 1 (não tem nome ainda né)

    Ainda na Vila 1, o início do desenvolvimento de um parque aquático com toboágua, hotel e o Bombonzinho Lounge & Rooftop.

    THE WINTER IS COMING! Uma fortaleza na neve com postos de vigia, muralha, bar, torre para pular de asa delta e até um hotel.

    Pequena vila ao pé da montanha

    A ideia é fazer prosperar essas vilas, com comércios para ocupar as pessoas que estarão no game conosco, mas, como podem perceber, ainda só temos pequenos retalhos de uma colcha que estamos trabalhando com o maior carinho para fazer a mais bela de todas. Já tive ideias de fazer sistema de prefeituras para cada área, mimificando alguns equipamentos da nossa sociedade real, como política e recursos.

    Se gostou, comenta aí em baixo, e vem aqui no Discord para conversar comigo. Toda ajuda é bem vinda.

    Abração e, sempre que tiver novidades, postarei aqui.